Muitas vezes somos assaltados por um dúvida ou uma pergunta sobre a razão de ser do Rotary. Ou, em outras palavras, qual a grande missão do Rotary?
A resposta mais aceita diz que a razão de ser do Rotary é o trabalho, a prestação de serviço, o servir... o Ideal de Servir.
Nosso símbolo ou emblema é a roda denteada que significa ação, fazer alguma coisa, fazer as coisas acontecerem.
Porém, alguém poderá perguntar : e o companheirismo? Para muitos, menos avisados, o companheirismo é o objetivo final quando na realidade é um meio. Um meio para a prestação de serviço. O companheirismo é o lubrificante quando as rodas denteadas, ou seja, nós mesmos, atuamos como uma engrenagem. O companheirismo diminui o atrito, reduz o esforço, aumenta a velocidade, potencializa o resultado... de nosso trabalho rotário conjunto. Lamentavelmente para o trabalho rotário e a própria imagem do Rotary na comunidade, muitos clubes possuem como capital único e exclusivo, tanques e tanques de lubrificantes e "dormem tranqüilos" na ilusão (doce) de que estão vivendo e justificando a existência do Rotary.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
CLUBE COM CARA DE CLUBE
O clube rotário se identifica pela imagem que projeta de si mesmo para seus sócios, para o Distrito e RI e para a comunidade na qual se insere.
Como é um organismo vivo, sua "face visível" ou sua "cara" pode ir mudando com o passar do tempo, com as circunstâncias do momento e com suas lideranças.Em função dessas variáveis, algumas administráveis, há um reflexo direto sobre seus sócios enquanto participantes como agentes ou pacientes dessas mudanças.
Estas alterações podem ser avaliadas ou sentidas através de uma série de parâmetros, sendo os três principais : nível de companheirismo reinante no clube, número de admissões e baixas num dado período e atividades de prestação de serviços. Isolados ou associados, estes índices permitem concluir "como vai indo o clube".
Neste contexto há um fato notório, ou seja, quanto mais brusca for essa mudança, positiva ou negativa, maior é a turbulência que o clube sofre. Às vezes, a turbulência é classificada como uma trepidação ou até um terremoto, trazendo como conseqUência uma queda lamentável ou um desenvolvimento notável.
Pensando num clube sólido e estável, nenhuma dessas alternativas são desejáveis: a primeira por motivos óbvios, e a segunda porque pode ser resultante de um esforço concentrado, e até elogiável, porém correndo o risco de não fixar bases sólidas e duradouras para o futuro.
Como é um organismo vivo, sua "face visível" ou sua "cara" pode ir mudando com o passar do tempo, com as circunstâncias do momento e com suas lideranças.Em função dessas variáveis, algumas administráveis, há um reflexo direto sobre seus sócios enquanto participantes como agentes ou pacientes dessas mudanças.
Estas alterações podem ser avaliadas ou sentidas através de uma série de parâmetros, sendo os três principais : nível de companheirismo reinante no clube, número de admissões e baixas num dado período e atividades de prestação de serviços. Isolados ou associados, estes índices permitem concluir "como vai indo o clube".
Neste contexto há um fato notório, ou seja, quanto mais brusca for essa mudança, positiva ou negativa, maior é a turbulência que o clube sofre. Às vezes, a turbulência é classificada como uma trepidação ou até um terremoto, trazendo como conseqUência uma queda lamentável ou um desenvolvimento notável.
Pensando num clube sólido e estável, nenhuma dessas alternativas são desejáveis: a primeira por motivos óbvios, e a segunda porque pode ser resultante de um esforço concentrado, e até elogiável, porém correndo o risco de não fixar bases sólidas e duradouras para o futuro.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
FREQUÊNCIA
A frequência é efeito ou conseqüência e não causa. É matemático : clube com bom companheirismo e esquema definido de prestação de serviço tem alta frequência.
Erro muito comum é se batalhar pela frequência do clube pela frequência em si ou para o clube ser premiado. É fazer campanha, apelo, desafio, cobrança. TUDO ERRADO. A presença do rotariano à reunião ou sua recuperação é o resultado de uma admissão bem feita, motivação e envolvimento no trabalho rotário.
A frequência é como uma radiografia. Não adianta maquiá-la na esperança de melhorar o estado de saúde do paciente. O médico tem que atacar as causas e não ser um especialista em edição de imagens. No clube acontece algo similar, e cabe ao presidente, ao conselho diretor e a cada um de nós rotarianos, contribuirmos para o crescimento e grandeza de nosso movimento.
A frequência é efeito ou conseqüência e não causa. É matemático : clube com bom companheirismo e esquema definido de prestação de serviço tem alta frequência.
Erro muito comum é se batalhar pela frequência do clube pela frequência em si ou para o clube ser premiado. É fazer campanha, apelo, desafio, cobrança. TUDO ERRADO. A presença do rotariano à reunião ou sua recuperação é o resultado de uma admissão bem feita, motivação e envolvimento no trabalho rotário.
A frequência é como uma radiografia. Não adianta maquiá-la na esperança de melhorar o estado de saúde do paciente. O médico tem que atacar as causas e não ser um especialista em edição de imagens. No clube acontece algo similar, e cabe ao presidente, ao conselho diretor e a cada um de nós rotarianos, contribuirmos para o crescimento e grandeza de nosso movimento.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
APRENDER PARA FAZER?
O trabalho rotário pode anteceder, ou caminhar em paralelo, ao saber rotário. Com uma grande vantagem pois o trabalho é extremamente motivador, inclusive para aumentar o conhecimento. A própria literatura rotária, principal e inesgotável fonte de conhecimento, é também a mais preciosa fonte de inspiração para a ação, pois o exemplo nos faz correr ou voar, enquanto a palavra nos faz andar. Porém, não há dúvida alguma, que sua eficácia e mil vezes maior sobre aqueles que já estão fazendo alguma coisa, por pequena que seja.
Parodiando o que é voz corrente, "vivendo e aprendendo", diríamos "vivendo e aprendendo...fazendo". Geraldo Vandré que nos desculpe, mas QUEM FAZ, SABE A HORA...
Parodiando o que é voz corrente, "vivendo e aprendendo", diríamos "vivendo e aprendendo...fazendo". Geraldo Vandré que nos desculpe, mas QUEM FAZ, SABE A HORA...
ROTARY SOMOS NÓS!!!
Cada clube rotário tem uma grandeza que é exatamente a somatória da grandeza de cada rotariano que o compõem. Um clube tem a vibração da mesma intensidade da vibração de seus rotarianos. É praticamente impossível encontrar um clube inexpressivo de grandes rotarianos, ou um clube inoperante de rotarianos realizadores.
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